segunda-feira, 8 de julho de 2013

NAQUELE BANCO





lá naquele banco onde nos sentávamos só restaram folhas
folhas que algum vento pode levar
nós sentávamos para namorar
para conversar
para abraçar
beijar
naquele banco costumávamos confessar 
sim, confessar um "amor eterno"
fazíamos juras de amor
...
hoje olho o banco e penso
quanta dor!
quanto desamor!

sonia delsn

Nenhum comentário:

Postar um comentário