NAQUELE BANCO
lá naquele banco onde nos sentávamos só restaram folhas
folhas que algum vento pode levar
nós sentávamos para namorar
para conversar
para abraçar
beijar
naquele banco costumávamos confessar
sim, confessar um "amor eterno"
fazíamos juras de amor
...
hoje olho o banco e penso
quanta dor!
quanto desamor!
sonia delsn
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